quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Feriado boom dimaiiiissss


Fotos do fim de semana com direito a feriado.

Muita diversão, muita gente bonita, cia de amigos e de minha família. Volto eu para a realidade contando os dias para a próxima oportunidade de fugir desse mundo louco (fuga que eu falara na postagem anterior).

Aproveitei o feriado para visitar meus avós queridos que não conseguem mais viver nessa capital louca. Acho que pressentiram esse anseio por fuga, que por sinal, não é só deles, (meu também!!!) e construíram uma casa enorme em seu interior natal (soou estranho, hein?). Basta um feriado para que aquela casa enorme e sem graça se transforme em muita alegria, diversão, correria e gargalhadas (oops! e muito calor também!!!) A família não resiste e vai à prova!

Dessa vez não me ocorreu fazer a conta, mas pensando em minhas 8 tias + suas gerações de beira de saia (cada uma com no mínimo dois, salve Gabriel David o ainda único) + tios, cunhados, pretendentes (e aqui entra Gustavo hehe) + agregados (que já somam quase outra família) dá pra imaginar a loucureba que fica a casa. Vovó coitada, com sua mania (patológica já) de agradar todo mundo fica louca. É cuscuz na manteiga, com coco, à baiana, beiju, café (indispensável para os Monteiro), pão... Haaajaaa! Do verbo haver mesmo! Haja comida! Fora as contas do vô David "Não sei quantos rolos de papel higiênico + não sei quantas formas de gelo + não sei quantos quilos de arroz + e os carangueeejoooos". Minha grande família.

Certo, com tanta zueira como foi que eu consegui achar sombra, água fresca e calmaria que procurava? Muito simples! Um dia antes de ir para a casa de vovô passei em Morros com algumas amigas. Visitamos algumas vertentes do rio Una e do rio Munim. Bem, quem ainda não os visitou, realmente não tenho como transcrever em palavras as deliciosas sensações
que esse contato com uma natureza tão pura nos possibilita. Uma água geladinha em meio a um calor tão infernal, a correnteza batendo nas pedras me dá uma sensação de hidromassagem, tranqüilidade, ouvindo o som do rio, os passarinhos. Claro, que esse fds não estava tão tranqüilo assim... a pousada estava lotada! Mas o lugar não perde seu encanto! Muito pelo contrário, ganha muitos outros! hehehe

Enfim, passeios ao rio à parte. Um asterisco especial para sábado à noite ainda em Morros. A morte do boi de morros. Que cerimônia bonita! Nem acreditei que eu nunca tinha visto! A cidade toda mobilizada em prol do evento. O cortejo, por toda cidade, da vaca procurando pelo boi (cerimônia da vaca), as cores das roupas dos brincantes, a ornamentação da praça, a programação feita pelos moradores, as homenagens aos anciãos da cidade, os fotógrafos norte-americanos, os repórteres do sudeste do país, a praça lotaaaada e claro que não podia estar fora de meu comentário (com todo respeito à paixão do meu coração) os índios do boi de Morros!!! ;D

Bem, me resta agora esperar a vez da próxima visita aos meus avós queridos e as próximas diversões.
;**

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