domingo, 22 de março de 2009

ઇ‍ઉ

Sei Mais do que eu quis Mais do que sou E sei do que sei Só não sei viver Sem querer ser Mais do que sou. O fato é o ato da procura E a cura não resiste só O que era certo Eu descobri Nem sempre era o melhor. Abri os olhos Não consigo mais fechar Assisto em silêncio Até o que eu não quero enxergar. Não sei afastar A dor de saber Que o saber não há Só não sei dizer Se esse meu ver Se pode explicar. Enquanto eu penso Tanto entendo Que é mais fácil Não pensar O que era certo Eu aprendi A sempre questionar. Sei Mais do que eu quis Mais do que sou E sei do que sei.

Um comentário:

  1. Obrigada pelo carinho no meu blog. Fico feliz que mais gente procure pelas transformações internas que são simbolizadas pela borboleta. Bjo!

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