sábado, 28 de novembro de 2009

Insane Insight

Vim escrever alguma merda aqui e com certeza vão sair muitas. Eu adoro as minhas horas de merdas, daquelas bem fúteis mesmo! Acho que elas me fazem me sentir mais real, sabe? Tipo, futilmente humana. Muito bom ser uma pessoa culta, inteligente, educada, afinal foi pra isso que mamãe e papai pagaram mais de R$500 por mês numa escola particular e eu passava quase 15 horas estudando por dia pra entrar em uma universidade. Sem dúvidas valeu à pena! Só não consigo tolerar eu mesma podando meus momentos de futilidade! Arfff... acho que o espírito burguês é contagiante demais pro meu gosto.

(...)

Pequena pausa


[acabou o momento futilidade]


O curso que eu ia fazer hoje o dia todo terminou antes do previsto e eu fiquei sem previsão de atividades para tarde. O curso foi tão bom! Muito proveitoso pra mim ver a atuação de profissionais em outras regiões do país. Me lembra que existe chance de vida bem sucedida além do Maranhão. Thanks God! Hummm... Já perdi o ensaio mesmo e tive que remarcar a orientação de mono, então o que me resta? Estudar claro. Não vou reclamar que tem um milhão de coisas pra estudar, graças a Deus que a minha pesquisa bibliográfica me deu um bom resultado, mas é taaantaaa! Arrhhhh (acho que isso foi um grito desesperado). Ainda nem listei só de medo de ver a meta dessa semana.

Tá, agora vou listar pro meu próprio bem o que tenho que estudar. Desculpem, sei que isso não é conteúdo pra blog, mas como ele é meu eu coloco o que quiser hehehehehehehehehe HAHAHAHAHAHAHAHA Bom demais ter 'total' controle sobre alguma coisa na minha vida! Só espero que não me mandem pagar 16mil por estar escrevendo as besteiras que estão vindo na minha cabeça.

Meta que deve ser cumprida até sábado (05/12):

Capítulo 25: Hipocondria (Psicologia Médica)
Livro: Hipocondria (9 capítulos)
Livro: Corpo (Cap. 3 e 4, Conclusão)
Capítulo Hipocondria (Tratado de Psiquiatria)
Capítulo Hipocondria (Compêndio de Psiquiatria)
Aspectos psicológicos da dor (Psicossomática Teoria e Prática)
Capítulo 19: Somatização (J.N. prática psiquiátrica no hospital geral)
Capítulo 27: Transtorno de personalidade (Compêndio de Psiquiatria)
Artigo: Formas fabricadas (Volich)
Artigo: Doentes imaginários (Palmerini)
Artigo: Aspects of abnormal illness behavior (Pilowsky)
Artigo: As formas corporais do sofrimento (M. Helena Fernandes)
Artigo: Experiências adversas, cmpts de risco, queixas de saúde e preocupações modernas de saúde (Maia & Seabra)
Terminar de traduzir: Illness Behavior Questionnarie (IBQ)

Meta até 20/12
Um milhão de coisas do concurso que estarei gastando tempo digitando.


AI-MEU-DEUS-QUE-DESESPERO.
Agora vou me organizar!
Bye ;*

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Teorizações Twilight

Tirei um tempo pra vim aqui. Meu querido blog está abandonado de idéias; as últimas três postagens foram "Ctrl C" + "Ctrl V", mas isso demonstra minha vontade, mesmo sem tempo, de atualizar meu cantinho.

Minha cabeça está cheia de coisas, o tempo passando, tarefas a cumprir, a pressão da monografia, as tão temidas decisões, o compromisso com o estágio, comissão de formatura, projetos pessoais... enfim! Não vou reclamar desse mundo de atividades, pois eu mesma escolhi isso. Dificilmente me acomodaria com uma rotina monótona. Gosto do desassossego, gosto do novo, da aventura, do desafio. Então, é isso! Tema da monografia difícil (coisas de sintoma!), pouquíssima bibliografia em português, o que me obriga e traduzir milhares de artigos, livros e etc. Mas como eu adoro tudo isso, meu corpo logo reage com uma imensa euforia (biologicamente: adrenalina) só em pensar nos projetos. É tanto entusiasmo que em alguns momentos preciso conectar à terra e voltar. Misturado com todo entusiasmo claro que tem o medo, e nessas horas de assombrosa desesperança que o planejado não dê certo eu sempre procuro meios de me libertar desse sentimento que poda tanto o ser humano.

É comum eu "fugir da realidade" com o cinema, livros, músicas. Como de costume, meus companheiros fiéis têm sido os livros. Quer dizer, os filmes também... hummm e as músicas também. Alguém já deve tá desconfiando do que eu estou falando, né!? Tá quase óbvio! Certo, certo... estou falando da saga-febre-terceira-maior-bilheteria-da-história-do-cinema-lider-por-mais-de-25semanas-consecutivas-na-The New York Times-bestseller-list. Ooooh PLEASE! Eu já disse, em outro post, de todas as minhas resistências em pensar que não gostaria da saga, mas simplesmente desprezar esse fenômeno mundial? Pra mim foi impossível.

Há uma semana terminei de ler o 4º livro - Amanhecer - e estou convivendo com a nostalgia esse tempo todo. Lua Nova está no cinema e ainda não fui vê-lo, estou deixando as fãs histéricas passarem pelo único cinema de SL (isso é uma crítica!) pra que eu possa apreciar o clássico. Aliás, já andei ponderando e realmente estou considerando que a saga tem a possibilidade de se transformar em um clássico. Talvez essa seja a verdadeira intenção da autora por trás de páginas tão bem escritas. E digo isso, não só pela citação recorrente da obra de William Shakespeare - Romeo e Julieta - , mas pela metáfora do amor impossível com o final feliz que todo mundo quer pra vida. Dessa vez os protagonistas Edward e Bella não tentam unir duas famílias, como Romeo e Julieta fizeram com suas mortes, mas unir dois mundos (claro, numa realidade fictícia) com um Ideal de amor.

Acredito eu que é esse Ideal de amor que está abastecendo a fúria sentimental de metade das mulheres do mundo inteiro. E diria que isso seria (pra mim) um renascimento do romantismo. Na verdade, uma resposta para as relações líquidas da modernidade. O ideal de um homem (desconsiderando que ele é um vampiro, pois acredito que isso realmente não importa em muita coisa nesse contexto) nascido em 1901 que 'vive' até hoje conservando seus valores e com adaptação bem moderna - cursa o colegial, valoriza a família, um ótimo estudante, músico, tem um carro super moderno e está disposto a te amar pela eternidade. Ahhhh pela'mordi'deus! Isso é o "mais-além" que toda mulher deseja.

Não precisa estudar Psicologia ou entender de Psicanálise pra ver que não se trata de um capricho adolescente. A escritora foi além! Tenho certeza que ela sabe disso. Ela impregnou o livro de valores que ela considera 'saudáveis' como ter relações sexuais somente após o casamento, por exemplo. Não só isso! Ela tocou no desejo de uma entrega sincera, de ausência de mentiras, de investimento no bem do outro... isso tudo é o que um dia todos os humanos idealizaram e que, na maioria das vezes, já foi quebrado por frustrações, decepções.

Com tudo isso, é bem óbvio que os leitores de todo o mundo não iam ficar satisfeitos em manter isso nas páginas de papel. O romance já alcançou as telonas e em grande estilo. O segundo filme, como já disse, conquistou a terceira maior bilheteria da história do cinema e está, pelos relatos que já ouvi, conquistando aos poucos o público masculino (mas desconfio que não seja por conta do romance e sim pelas cenas de ação e rivalidade entre as duas tribos que lutam pela fêmea).

Só tem um problema, os fãs ainda não se contentaram com as telonas e estão projetando o romance para a vida real dos atores. De fato, há indícios que essa projeção não foi feita só pelos fãs, mas pelos próprios atores também. Mas estou falando da 'perseguição' que os leitores estão fazendo ao suposto romance entre Kristen Stewart e Robert Pattinson. Essa identificação já ganhou até nome: ROBSTEN (http://robsten.com/). Acredito que isso seja perseguição a um desejo. O desejo de um amor imutável, metáfora que a autora faz com a condição dos vampiros.

Além desse investimento baseado no amor, espera, compreensão, confiança e entrega que envolve o romance de Edward e Bella, o livro traz outras lições de família, união, perdão, mudança, aceitação da condição diferente do outro, superação e escolhas, muitas escolhas. A autora consegue misturar suas idéias "românticas" à fantasia, magia de outro mundo que desperta o imaginário das coisas irreais, levando os leitores para outra dimensão - a dimensão Twilight.

Confesso que esse post está impregnado de paixão. Eu sou verdadeiramente apaixonada por outras realidades que não sejam a minha! Sorri, chorei, vibrei, prendi a respiração, fiquei imóvel enquanto os olhos corriam os parágrafos, finalmente... me apaixonei. Como sempre me apaixonando pelos personagens dos livros... convivo com alguns em minha memória até hoje.

É, esse post já está deveras longo e ainda não coloquei nem metade das idéias que formulei enquanto lia esses livros. Como diz uma de minhas comunidades, eu costumo formular minhas próprias teorias (sem desconsiderar outras, claro). Gosto de explicar as coisas do meu jeito, levando em consideração a forma como vejo os fatos. Por isso, não espero seguidores de idéias. Ainda vão vir muitos posts falando do tema. E o espaço está aberto para mais teorizações. Esse é o mais legal!

Beijos da mais nova 'FANpire' do pedaço! hehehe
;**

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Virtudes e Defeitos

Isso faz sentido pra mim...
AUTO-ESTIMA: "A auto-estima está relacionada, para James (1890), com o que o indivíduo pretende e o que alcança. Assim, se os sucessos percebidos pelo indivíduo forem iguais ou maiores que suas pretensões ou aspirações, a auto-estima será elevada. Contrariamente, se as pretensões excedem os sucessos, isto é, se a pessoa não for bem sucedida, nas suas aspirações, a auto-estima será baixa".

ESPELHO SOCIAL: "Confirmando e acrescentando a teoria de James, os interacionistas simbólicos enfatizam que as interações sociais contribuem para a formação e desenvolvimento da auto-estima. Dentre eles Cooley (1902) e Mead (1934) consideram o self como sendo uma construção social, formado por meio da interação com os outros. Para explicar esse conceito, Cooley (1902) adotou a metáfora do "espelho social" para descrever a auto-estima. Para ele, as pessoas que são significativas para o indivíduo, constituem um espelho social no qual o mesmo olharia para detectar opiniões a respeito do próprio eu, as quais são incorporadas, formando o self".

AUTOCONCEITO vs AUTO-ESTIMA: "Os trabalhos encontrados que abordam temas relacionados ao self utilizam uma variedade de termos entre os quais se destacam os construtos autoconceito e auto-estima. Alguns autores consideram que são dois aspectos psicológicos distintos e diferentes formas de avaliação do self. Assim, consideram o autoconceito como um componente fundamentalmente cognitivo e contextualizado da auto-avaliação, ou seja, o conhecimento que o indivíduo tem de si. Nesse sentido, difere-se da auto-estima que se refere a uma auto-avaliação mais descontextualizada, tendo um componente predominantemente afetivo (Hattie, 1992; Campbell & Lavallee, 1993 citados por Peixoto & Almeida, 1999)".

AUTO-IMAGEM: "Um outro construto importante e que deve ser distinguido é a auto-imagem. De acordo com Weiner (1998) a auto-imagem tem vários traços em comum com a auto-estima e isso leva, muitas vezes, a utilização desses termos como sinônimos. A partir disso, esse autor e também Sendín (1999) definem a auto-imagem como a visão que o individuo tem de si mesmo e a descreve a partir das percepções positivas ou negativas de suas características baseadas em dados reais ou imaginários".
AUTO-ESTIMA: "A auto-estima, ao contrário, está relacionado com o valor que indivíduo atribui a essa percepção, vinculada à valorização externa. Confirmando essa definição, Weiner (1998) considera que a auto-estima se refere às atitudes que os indivíduos têm em relação às suas qualidades e capacidades e, quando essa é adequada, promove auto-aceitação, auto-respeito e autoconfiança baseados numa avaliação realista. Nesse modelo de definição de auto-estima encontra-se o trabalho de Coopersmith, (1967) que define o construto como a avaliação que o indivíduo efetua e que normalmente mantém em relação a si mesmo e que por meio das suas atitudes de aprovação ou desaprovação indica o grau em que se considera capaz, importante e valioso. De acordo com esse autor, a formação da auto-estima está estreitamente ligada ao tratamento que a criança recebe no núcleo familiar".

"Vale ressaltar as considerações de Epstein e Morling (1995) que, baseados na teoria experiencial-cognitiva do self, citam dois sistemas de auto-avaliação, a avaliação explícita - a pessoa responde com um sistema racional e a implícita - o indivíduo responde com o sistema experiencial, que é primariamente não-verbal, emocional e imaginário".

terça-feira, 17 de novembro de 2009

"baby, I'm trying "

Lucky
Do you hear me, I'm talking to you
Across the water across the deep blue ocean
Under the open sky oh my, baby I'm trying

Boy I hear you in my dreams
I feel you whisper across the sea
I keep you with me in my heart
You make it easier when life gets hard

I'm lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
Oooohhhhoohhhhohhooohhooohhooohoooh

They don't know how long it takes
Waiting for a love like this
Every time we say goodbye
I wish we had one more kiss
I wait for you I promise you, I will

I'm lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
I'm lucky we're in love in every way
Lucky to have stayed where we have stayed
Lucky to be coming home someday

And so I'm sailing through the sea
To an island where we'll meet
You'll hear the music, feel the air
I put a flower in your hair

And though the breeze is through trees
Move so pretty you're all I see
As the world keep spinning round
You hold me right here right now

I'm lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
I'm lucky we're in love in every way
Lucky to have stayed where we have stayed
Lucky to be coming home someday

Ooohh ooooh oooh oooh ooh ooh ooh ooh
Ooooh ooooh oooh oooh ooh ooh ooh ooh
[Muito feliz com coisas boas acontecendo. Acho que essa música se encaixa bem pro momento. Fora que adoro essa baladinha com jeito havaino de ser. Meio Jack Johnson, mas é Jason Mraz)
;D

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Capricórnio

Uma amiga me mandou isso no email. Não acredito em signos, mas achei engraçado... Tudo bem, quase 100% verdade, mas eu não sou tão ambiciosa assim, pelo menos eu acho!

Capricórnio (22/12 - 19/1):

1. Frase: 'HOJE assumi o cargo de vice-diretor de uma empresa que ORGANIZAREI, e será sucesso daqui a 10 ANOS'. (realmente uma meta)
2. O que o capricorniano espera de seu parceiro: Busca um parceiro que seja equilibrado e que possa ajudá-lo a alcançar uma posição de destaque e de status na vida. A lealdade e o apoio são mais importantes para ele do que a paixão. (não, tem que ser DEFINITIVAMENTE apaixonado também!)
3. O que o capricorniano diz depois do sexo: 'Você tem cartão de visitas?' (que insulto!)
4. Como irritar um capricorniano: Organize tudo para que se sintam inúteis. (com certeza!)Lembre-os de sua baixa posição social. Embarace-os em público: faça escândalos, berre com eles. (eu morro!) Deixe-os esperando, nunca chegue na hora marcada. (agora eu mato?!)
5. Como o capricorniano reza antes de dormir: 'Querido Pai, eu estava indo rezar, mas acho que devo descobrir as coisas por mim mesmo. Obrigado de qualquer forma.' (hahahaha o instinto governador de sua própria vida realmente é muito forte)
6. Por que o capricorniano atravessou a rua? Porque foi pechinchar nas lojas do outro lado. (han?)
7. Você foi assaltado e o capricorniano.... 'Quanto levaram??' (que exagero...)
8. Adesivo para o vidro do carro do capricorniano: 'Tenho tudo que amo, e trabalho muito para ter mais ainda' (hahahahaha sem comentários)
9. Quantos capricornianos são necessários para trocar uma lâmpada? Nenhum. Capricornianos não trocam lâmpadas - a não ser que seja um negócio lucrativo.
(=P)

Mandem os signos de vocês que posto nos blogs. Beijos ;**

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Frenetic Amnesic

Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Tenho que escrever alguma coisa! Esses milhares de pensamentos frenéticos tem que sair da minha cabeça para que alguma coisa a mais consiga entrar! Ainda tenho que estudar a discussão do Pequeno Hans e os Sonhos de Dora! HOJE! E já são 20h.
Esses dias acelerados não contribuem pra minha concentração. Na verdade fico tão concentrada em fazer todas as coisas planejadas (é, eu sei, meio obsessivo) que não consigo deixar de me concentrar em todas as coisas que estão ocorrendo em minha volta, o que eu tenho que fazer amanhã e depois, e depois, e depois... frenético!
Cabeça dói, nuca dói, costas doem... Terrible!
Vou começar do começo. Estágio de manhã: nunca tive tanta coisa pra fazer em tão pouco espaço de tempo hoje lá no estágio e o pior, quando estava dando a hora de sair, tentamos finalizar uma tarefa e, por conta da lentidão de uma máquina não deu certo. Saí do estágio com o sentimento de dever não cumprido. Isso é péssimo pra mim. PÉSSIMO!
Saí de lá e fui pagar as milhares de contas, sol quente, entra e sai, sobe e desce, muitos procedimentos, filas, impaciência, CALOR, TPM ... (eu estava fervendo por dentro e por fora) Ai já viu, né! Sorte que meu ANJO (hahahaha) Gustavo estava lá comigo me ajudando, ficando em uma fila e outra enquanto eu em outras. Isso ajudou muito! Estou devendo essa pra ele. Quando olhei pro relógio: 14h! MEU DEUS! Minha análise 15:30! Corre pra cá, pra lá... Não ia dá tempo de ir em casa... (muito frustrante isso!). Tive que almoçar fora e não tinha como tomar um banho nem pra esfriar a cabeça. Hunf!
(...) A análise. Falei tanto que minha cabeça ficou doendo. Acho que o silêncio será menos prejudicial mais vezes hehehe
Then, passei na casa de Paulinha, joguei um pouco de conversa fora e quando me espantei 18h! Droga! O trânsito! Tinha me esquecido dele... agora já era! Pra acalmar... Debussy (já sabem né? hehehe). Segundo Pedro, garota de educação européia: aulas de ballet, de piano e chá da tarde HAHAHAHHAHA
Chegando em casa nada melhor que um banho, massagem de água na cabeça, no pescoço, costas... relaxante. Adoro meus banhos relaxantes. Depois, a parte tensa: a conta de todos os débitos: os pagos e os não pagos. Arff isso me arrasa. É a vida. E depois, organizando todos os livros, textos, artigos, cadernos, agendas... deixando tudo no ponto de estudar. Vim pro blog esvaziar a cabeça, desacelerar!
Acho que funcionou! Muita coisa pra entrar na cabeça e agora e menos meia hora pra tudo isso.
Fui!

sábado, 7 de novembro de 2009

Leave out all the rest

I dreamed I was missing.
You were so scared,
But no one would listen
'Cause no one else care.

After my dreaming,
I woke with this fear.
What am I leaving,
When I'm done here?

So if you're asking me,
I want you to know:

When my time comes
Forget the wrong that I've done,
Help me leave behind some
Reasons to be missed.
And, don't resent me,
And when you're feeling empty
Keep me in your memory,
Leave out all the rest

Leave out all the rest...

Don't be afraid
Of taking my beating.
I've shared what I'd made.

I'm strong on the surface,
Not all the way through.
I've never been perfect,
But neither have you.

So if you're asking me,
I want you to know:

When my time comes
Forget the wrong that I've done,
Help me leave behind some
Reasons to be missed.
Don't resent me,
And when you're feeling empty
Keep me in your memory,
Leave out all the rest

Leave out all the rest...

Forgetting,
All the hurt inside
You've learned to hide so well.

Pretending,
Someone else can come
And save me from myself.
I can't be who you are.

(Linkin Park)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Pesadelo



"Não haviam zumbís, ou fantasmas, ou psicopatas. Não havia nada, na verdade. Só o nada. Só o labirinto sem fim de árvores cobertas de musgos, tão quietas que o silêncio batia quase insuportavelmente nos meus ouvidos. Estava escuro, como neblina ou um dia nublado, com luz suficiente apenas pra que eu visse que não havia mais nada lá pra ver. Eu me apressava na escuridão sem um caminho, sempre procurando, procurando, procurando, ficando mais frenética enquanto o tempo passava, tentando me mover mais rápido, apesar da velocidade me deixar mais desajeitada... Então chegava aquele ponto no sonho - e eu podia sentí-lo chegando agora, mas eu não parecia ser capaz de me acordar antes dele chegar - quando eu não conseguia me lembrar o que eu estava procurando. Então eu me dava conta de que não havia nada pra procurar, e nada pra encontrar. Eu me dava conta de que nunca houve nada além dessa floresta vazia, melancólica, e nunca houve nada além disso pra mim... nada além de nada..." (p.70)